quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Cara ou o Desafio?

O papo é sempre o mesmo quando falamos dos assuntos do coração. Há uma espécie de regra entre os homens que eu chamo de etapas.
Primeiro, ele decide investir em você. Começa a sondagem. Parece interessado, pois conversa com você, se interessa pelo seus assuntos.

Depois, na segunda fase, é o que eu chamo de preparação do terreno. Ele passa a dar opiniões, diz exatamente o que você quer ouvir. Isto é crueldade, porque concluímos que ele combina com a gente.

Já a terceira fase, ele quer garantias, então ele nos impressiona, chega até nos parecer um cara romantico, e fica dúvida se ele pode ser o último biscoitinho do pacote. Para arrematar ele faz algumas vontades, ajuda, está sempre disposto e atende às chamadas, responde os e-mails.

A quarta fase é a que vejo como crucial, pois termina a conquista e ele se sente confortável e já começa a nào estar tão afim de fazer tudo por nós. vai mostrando que tem que tomar o chopp com os amigos, o esporte de fim de semana, e vai posicionando o relacionamento para sua zona de conforto.
Neste momento nós mulheres na maioria das vezes já estamos apaixonadas e não queremos perder de vista o carinha então.........cedemos! O que acontece depois é que ele simplesmente relaxa. As chamadas telefônicas ficam mais espaçadas, duram entre 2 minutos a 5. Meninas, este é um padrão...acredite, na maioria das vezes ele se desinteressa porque ele já conquistou seu espaço, já impôs sua rotina e agora - a essa altura, as nossas reações são diversas: raiva, insegurança, ciúme, desconfiança, solidão, etc.
E os pensamentos voam longe...perguntamos se somos bonitas, se somos atraentes, se fizemos a escolha certa. aí nos culpamos por coisas que fizemos e por coisas que não fizemos - a mulher tende a trazer a culpa para si. não aceita o fracasso, a perda e aí que a coisa vai por água abaixo.
No meio de tudo isso, eles ainda são mais espertos, pois nos confundem, nos deixam com culpa e começam a nos testar. Por isso nos deixa sair sozinhas ou não deixam sair sozinhas - mas nos deixam em casa num dia de festa só para ver o que fazemos.

A quinta fase é definitiva, pois agora é que vai tudo acontecer. Ele já se sentiu soberano, ja confundiu nossa cabeça, testou nossos sentimentos e então ele simplesmente se apaixona ou pode nos deixar em duas listas: as de que ele tem interesse ou a lista de quem ele foge.

A lista de quem ele foge é assim: você liga e ele quase nunca atende, se atende está com pressa ou ocupado. Diz que vai chamar para sair, mas nunca isso realmente acontece. Até que você descobre que ele está saindo com outra.

A lista de quem ele tem interesse é aquela que ele liga para a gente de vez em quando. Faz uma sondagem, marca uma outra saída. Mas nada sério. A desculpa é sempre que está passando por uma fase difícil, que o problema está com ele, mas que tudo vai passar. Este nos enche e renova sempre de esperança, mas a verdade é que nada vai passar desta brincadeira. por mais que viremos uma deusa do sexo, a melhor companheira, aprendemos esportes radicais para acompanhá-lo, mostrarmos o quanto somos maravilhosas, ele não percebe pois já nos colocou na lista de manutenção.

A terceira lista é a que a maioria de nós mulheres queremos sempre estar. Afinal, lutamos para isso. Então o nosso carinha está afim de nós e estamos apaixonados. Só que para a nossa surpresa nem sempre estamos apaixonadas e depois deste crivo todo, nos perguntamos: O que que eu tô fazendo aqui?

A verdade, meninas, é que também gostamos do desafio de nos sentir especiais e quando conseguimos conquistar o coração deles, algumas vezes, perde o encanto - o principe vira sapo...

Conclusão: O modelo de relacionar-mos está errado. Vivemos desde o início um processo fraudulento de auto-promoção e desta forma nada é o que parece ser. Não nos apaixonamos pelo cara e nem ele pela gata - todos estão apaixonados pela conquista, pelo desafio e pela ideia que temos que o outro é. Essa dinâmica falida de escolhas por conveniência ou pelo processo seletivo de um checklist é fadado ao erro. Só que não há erro em relacionar-se, acho que todos devemos experimentar, tentar. Só que a motivação e a carência leva ao desgaste emocional e como consequência a baixa estima.

Vamos repensar nas nossas escolhas, nos proteger de nossas próprias armadilhas emocionais e identificar se gostamos do cara ou do desafio.
Por enquanto é isso...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Homem Romântico - simplesmente adoramos!!!!

Essa é a lista de algumas coisas que todo homem deveria saber sobre ser romântico:


1 – Amor não tem explicação. Já dizia Drummond “Amor foge a dicionários/ e a regulamentos vários” (As sem-razões do amor – Carlos Drummond de Andrade)

2 – Mulher romântica também gosta de pragmatismo. Uma coisa não anula a outra! O pragmatismo é muito bom, especialmente na hora de tomar decisões de onde sair, que lugar viajar, qual motel escolher. Ter iniciativa está muito aliado ao pragmatismo.

3 – Amamos ganhar flores. Porque alguns homens não entendem isso, hein? Gostamos de ganhar flores em datas de aniversário de namoro, dia dos namorados, mas ganhar em um dia comum (fora de datas importantes) é ainda mais emocionante! Por quê? Porque faz mexer com nossa rotina, nos faz flutuar nas nuvens e dá um “up” na vida.

4 – Adoramos cavalheirismo! Abrir porta do carro? Puxar a cadeira para que possamos sentar? Ceder lugar no ônibus para uma mulher? Quando esbarrar em alguém pedir desculpas? Carregar nossas sacolas pesadas? Abrir uma porta e nos deixar passar primeiro? Segurar a nossa mão quando estamos descendo um degrau com aquele salto? O máximo!

5 – Fazer surpresas é romântico! Surpreenda-nos com flores, com bombons, com uma declaração, com um jantar, com uma poesia, com um passeio sem destino declarado, um piquenique no parque sem sabermos, enviar uma cesta de café da manhã, comprar um vinho e chegar com o maior amor… Surpreender é conquistar dia-dia.

6 – Homens declarem-se! Amamos quando demonstram seus sentimentos. Declarar é romântico! Declare-se verbalmente, em um cartãozinho, em um recadinho, em um “post-it”, mandar um e-mail apaixonado, um sms no celular, com um papelzinho dentro da nossa bolsa. Pode ser discreto, pode ser em um helicóptero que joga flores.

7 – Jantar a luz de velas é o ápice do romantismo! Pode ser em restaurante, na nossa casa (para os casados), na casa de alguém emprestada (onde ninguém irá chegar para atrapalhar), na moradia do rapaz (se ele mora sozinho). Aonde for possível, estaremos lá felizes e “rindo até o canto da orelha”.

8 – Você não precisa saber cozinhar para organizar um jantar a luz de velas! Você pode pedir a comida em qualquer lugar (até pizza!), organizar a mesa, pegar um bom vinho e acender as velas! Chegamos em “alfa” com uma atitude romântica assim!

9 – Reparar a nossa lingerie nova é romântico! Colocamos para vocês e não podem querer só o que está embaixo! Look around!

10 – Palavras não bastam. Vocês precisam demonstrar com gestos, atitudes e iniciativas. Tem várias idéias românticas citadas acima! Use-as!

11 – Ser coberta de carinho (sem intenção de sexo) é romântico! Beijinhos, cafunés, abraços e toques. Há dias que só isso basta para nos deixar felizes.

12 – Pagar a conta é romântico! Não é porque a mulher é moderna e continua no seu projeto de emancipação social e financeira que não gostamos de atitudes cordiais, galanteadoras e gentis!

13 – Ser protegida por vocês é romântico! Somos bichinhos mimados! Por mais independente, emancipada e moderna que possamos ser, adoramos quando, de vez em quando, o nosso amor fica cheio de cuidados conosco.

14 – Ter a preocupação em nos dar prazer no sexo é romântico! Que mulher não gosta de um homem que as leva às alturas? Satisfazer uma mulher sexualmente só é possível quando o homem se preocupa com o prazer dela! Levar às alturas é preciso muito mais que o próprio ato.

15 – Receber elogios é romântico. Muitos homens depois de vários anos de relacionamento se esquecem que a mulherada adora ser reparada e receber elogios! Você acordou linda hoje! Você está sexy com essa lingerie! Ficou maravilhosa com esse vestido! Seus cabelos estão tão bonitos!

16 – Ser valorizada é romântico! Amamos ser valorizada por nosso trabalho, nossos projetos, nossa inteligência e nossas atitudes.

17 – Ser romântico não é fácil. Quem disse que tinha que ser fácil? Para muitos homens, ser romântico é um trabalho árduo, mas com dedicação e força de vontade, vocês conseguem!

18 – Dividir as tarefas é romântico! Na hora de planejar uma viagem, um passeio, um casamento, as tarefas de casa, de efetuar pagamentos… Na verdade, quando o homem participa dessas pequenas coisas está em sintonia conosco. Fazendo o relacionamento realmente funcionar em função de um casal.

19 – Ser romântico não é ser machão! Brigão? Ciumento? Grosseirão do tipo: “- Essa mulher é minha!”? Atualize-se baby! Ninguém é dono de ninguém. Gostar de homens românticos não é ser submissa. Amar não é ser “pau mandado” de ninguém!

20 – Ser amigo e nos ouvir são românticos! Adoramos desabafar e falar. Fato. Queremos falar nossas alegrias, tristezas, problemas, dificuldades. Nada melhor que fazer isso com nosso maior ombro amigo – nosso companheiro. Para isso é preciso haver confiança, honestidade, respeito e carinhos mútuos!


Meninas, sugerem mais algum item para “encabeçar” a lista? E vocês meninos? A listinha facilitou a vida?

texto tirado do site Mulher digital.

Nada pessoal

Não é pela palavra, mas sim pela idéia. Não é pelo desejo e sim pelo sonho. Não é pela conquista e sim pela luta. Não é pelo abraço e sim pelo carinho. Não é pela demonstração e sim pelo sentimento.

Sempre, o que prevalece são nossas ações e consequências em qualquer instante de nossas vidas.

São as pessoas e as ações que eternalizam o ...que somos e o que somatizam de fato o que existe entre nós e o mundo pois elas funcionam como nosso espelho.

Interpretar, supor, imaginar, questionar, invejar, temer, assustar, amar, gostar, brigar são apenas verbos que representam um ou outro minuto singular de nossa vida mas não resumem sentimentos e muito menos traduzem a personalidade ou o valor de cada pessoa.

domingo, 10 de outubro de 2010

é isso aí...

Existem coisas, pessoas e valores que realmente são importantes na nossa vida. São inquebráveis porque se os perder de vista, você perde a essência até mesmo de quem você é. No fim o que todos querem é exatamente o que sempre esteve lá ao seu lado só que por estar tão perto você nunca percebeu.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A PEDRA
A LUZ
O SOL


O ESPELHO
O REFLEXO
A CONSCIÊNCIA

A TERRA
A CONECTIVIDADE
O NATURAL

A INTEGRAÇÃO
A COR
A HARMONIA

A VIDA
O ESTAR
O SER

PENSO, CUIDO, EXISTO
REPENSO, RECICLO, RECRIO


INSPIRADO NO MEU ESPAÇO ESTAR +SER NA MOSTRA MORAR MAIS - 2010

Sobre o amor

Antigamente, andava a procurar alguém para me apaixonar, eu acreditava que não poderia ser feliz sozinha. Estava sempre pela metade, esperando alguém para gostar.
Neste tempo,eu precisava amar...

Aí, o tempo foi passando e me esqueci de procurar. Passei a pensar que iriam me escolher. Então conhecia alguém e torcia para que gostasse de mim. Não sei se eu era eu ou era fruto da minha imaginação. Neste tempo eu era feia...

Quando desisti de ser feia comecei a pensar em outras coisas, passei a cuidar de outros pontos importantes na minha vida. Tinha dias que eu acreditava que nunca iria conseguir amar alguém...que não era pra mim ou que eu era incapaz de sentir.

Até que um dia me apaixonei por alguém. Porém, estava tão empolgada com a possibilidade de amar que nem me dei conta que era alarme falso, quando abri os olhos já tinha dados passos que não podia voltar atrás.

A idéia que este amor não era de verdade me angustiava, me enfraquecia, neste tempo eu conheci a depressão.

Além deste amor enganoso, me enganei mais duas vezes. Sempre acabava concluindo que em nada combinávamos, me fazia perguntas do tipo o que eu estava fazendo ali?
Somente meu foco na paixão não me prendia a atenção, não me fazia rir, nem me dava emoção. Tinha que ser mais, precisava acontecer algo muito maior para eu me sentir feliz em estar ao lado de alguém.

Foi aí que percebi que meu coraçãozinho já tava tão cansadinho que eu achava que empolgação era amor. Não percebia que era carência. Vontade de não ficar sozinho, sabe?

Por mais que eu pensasse que era bom amar, nada disso era verdade! Eu amava o amor e não alguém. Queria a idéia do amor, mas não andava os passos suficientes para deixar que o amor acontecesse!

Num dia qualquer, descobri que ansiedade mascara os defeitos quando você não escolhe e sim é escolhido. Decidi que não iria mais viver a vida do outro, que não iria mais morrer pela idéia do amor.

Os amores que eu tinha eram dores, sofri tanto....neste dia choveu. Nos dias seguintes choveu também. Mas depois de tanta chuva e tanto choro, veio o sol.
Incrível como o tempo vai passando e ficamos mais perceptivos quando queremos nos auto-conhecer. No começo, o sol que andava "borocoxô" meio acanhado, um tanto ressabiado se transformou numa fonte de energia e brilho para a minha caminhada. Fortalecida e renovada me pus a continuar...

Recomecei meus projetos, foquei na minha alma e, quando eu já nem me lembrava mais do amor, nem queria mais me apaixonar, eu me apaixonei: só que desta vez era arrebatador...estava apaixonada por mim!

Eu conversava comigo,me entendia, não me sentia sozinha. Descobri minhas fraquezas e minhas fortalezas também. Foram nestes dias que me disseram que estava mais bonita do que nunca e mais radiante.

Justamente neste tempo eu percebi que não precisava mais de alguém para me fazer feliz porque eu estava feliz.

Logo depois, me vi tão cheia de felicidade que eu quis dividir. Foi neste momento que meus olhos encontraram os olhos dele. Não sabia que eu ia me apaixonar. Só fui. Não porque eu precisava, mas porque eu queria.

Agora não tenho mais duvidas, nem medo, nem máscaras. Apenas amor.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Dreams

Fear is the barrier of the dream.
Walk and think must be perfect instant to catch better chooses.
Just believe and feed your dreams.
Sometimes they are keepping you alive.
All truth or lies depends where are you stand and looking for.
When nothing is perfect is exactly the moment that dreams are came true...
So grab that!!!!

O medo é a barreira do sonho.
Andar e pensar devem ser no momento imediato para definir a melhor escolha.
Basta acreditar e alimentar seus sonhos.
Às vezes, eles lhe mantêem vivo.
Toda a verdade ou mentira depende de onde você está e o que procura.
Quando nada é perfeito, exatamente no momento em que os sonhos estão se tornando realidade ...
Então agarre isso!!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Dois sóis e duas Luas

Mundos diferentes, percepções diferentes.
Será que eu sou filha do Sol e você filho da Lua?
Já não consigo olhar para as estrelas e enxergar o mesmo brilho de antes.
Não vejo mais a noite com aquela luz envolvente, não há romance, nem vida, nem poesia.
Hoje, enxergo que o calor vem de algo mais distante que eu poderia sequer pensar, que os movimentos estão me transladando para uma órbita muito mais angular.
Não sou mais aquela filha do sol de antes e nem sei se você mudou de fase lunar. Não consigo mais te entender!
Falamos de coisas diferentes e nem parece que estávamos tão perto, tão atraídos.
Acredito que foi coisa de universos paralelos, de outras conexões e agora, diante deste espaço solidão chamado vida, estamos a brilhar de formas diferentes para outros planetas, outros astros que nos vêm tão belos como éramos na primeira vez que nos vimos.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Relacionamentos...

o mais bonito de tudo é acreditar e não já começar algo sabendo que têm um fim... A gente vive um amor de verdade e isso é e quando terminar (se terminar) podemos dizer que foi muito bom!
Temos a aproximação, a paixão, o envolvimento, a rotina, as brigas... tudo isso acontece, é coisa de gente......
Somos perturbados, temos dúvidas, erramos, mas também acertamos e temos poder de fazer o outro que está do nosso lado muito feliz.
Isso é mágico e não nos pode fazer desistir nunca!
Pensem todos nisso!!!
Amar é bom demais, sofrer, chorar fazem parte da vida.
Não é um risco, encare com um aprendizado.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Não sei se sei das coisas ou se a minha loucura provoca a minha lucidez. Sei que escrevo sobre as coisas e as coisas vem nos meus pensamentos. Existem momentos que me acho certa, outros nem eu me aguento. Uma parte pequena de mim é lógica, mas a que me move e me sacia é minha paixão.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Just for tonight

Por esta noite e por todas as outras noites

eles ainda pensam nesta noite...

Por uma noite eles dançam
por uma noite ele a abraça e a tem em seus braços
por uma noite ela o beija e desliza suas mãos sobre o peito dele,
e ele desliza sua avidez nas coxas dela.

Por uma noite ela se move de encontro à ele

Nesta noite eles se tocam, se beijam e se entregam,
Durante toda esta noite ela se sente fêmea,
Por toda esta noite ele se sente desejado.

Nesta noite que reuniu os cinco sentidos, dois corpos e muita mágica,
eles sabem que toda esta paixão it´s just for tonight.

domingo, 1 de agosto de 2010

Melhor que tem...

Não preciso dizer que sou feliz, porque eu de fato me sinto feliz todos os dias. Não preciso dizer que o que eu faço ou vivo é o melhor, porque o melhor mesmo é viver o que queremos viver todos os dias! Mas posso dizer que tenho os melhores amigos, os melhores filhos e os melhores pais que eu poderia sonhar.
O que tem será que precisa ser melhor?
Na verdade, a mania das pessoas é de quererem somente o melhor para si e mostrar que o que elas provaram, sentiram e viveram são incomparáveis, porém o que terpiamos que ser faz parte de uma pensamento grandioso para perceber que existem muitos melhores de tudo para cada assunto que imaginarmos.
Assim, existe tudo e ao mesmo tempo não podemos ter, nem sentir, nem ver, nem curtir este tudo. Aí nos enganamos com o conceito de que a nossa bolha de conhecimento é a melhor.
Tudo é melhor se você considerar assim, porque impressões, críticas e elogios são conceitos, são julgamentos de experiências que fazemos sobre um lugar, uma coisa, um objeto, uma pessoa, etc.
A partir do momento que você se basta e está em constante auto-conhecimento, torna desnecessário ser melhor.
Ser melhor nada mais é do que não ser melhor...se é preciso falar, é porque até você não acredita.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Um desejo...não faz mal à ninguém...

Esta história é de um casal muito bacana, que se amam demais e que não têm medo de romper barreiras, extrapolar limites.

Era aniversário de casamento deles, como de praxe, eles sempre combinam algo de presente ou uma biagem, desta vez ele decide fazer algo diferente com ela.
Assim, durante o jantar naquela semana ele comenta com ela sua idéia que há tempos vinha pensando em concretizar.
Ela sorri, após ouvir o que ele queria e promete pensar no assunto. de qualquer modo ele pensa que ela vai dizer sim e que a noite de sábado, promete. Lembra que ainda era quarta-feira, acha que falta muito tempo, mesmo assim, sente-se excitado, renovado, inspirado - afinal a idéia de fugir da rotina foi dele!
Chega sábado, ele acorda cedo, vai para academia, pedala na orla da praia e faz sauna. Não se contém de tanta excitação...
Quando caí a noite, ele veste uma roupa bem sexy e a aguarda na portaria, até que ela chega vestida com um treach coat de couro preto e botas.
Ele arregala o olho e diz o quanto ela está linda. Eles entram no carro.
Chegam numa festa, aparentemente se parecia uma festa, mas na verdade aos poucos se vê pessoas dançando mais sensualmente, às vezes em pares, às vezes em trios.
Cada vez mais que o clima vai esquentando, o clima entre eles parece ficar mais sedutor.
Eles vão ao bar tomar um drink e lá ela tem uma idéia, que resolve imediatamente colocar em prática. Decide agir e avisa a ele que ela vai dançar, mas ele coloca a primeira cadeira que encontra em frente à ela.
Poderosa, amada e confiante, ela sobe ao palco e dança, uma especie de pole dance com rebolations, mil contorsões...o que ele não contava era que as pessoas que estavam no local de repente começaram a se aproximar e o que era quase um feitiche de casal, virou um show bastante sensual.
Ele não acreditava no que estava vendo, e quanto mais a música empolgava ela, mais ela dançava e nisso, chamou duas mulheres e as três juntas passaram a se contorcer diante dos olhares.
Ele não se conteve mais e gritou. Todos passaram a gritar e assobiar...
Quando ela desceu do palco, ele a abraçou e a beijou como se fosse a primeira vez. Porém sua maior dificuldade foi tirá-la de lá pois fez tanto sucesso que pediam bis.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fazendo do futebol uma metáfora...

Já resolvi dar chance, objetivei a goleada, afinal a preleção é ótima o esquema tático tá perfeito...

Ganhar um jogo eh mole, quero ver ficar em primeiro o campeonato todo!

Não muda nada, nem a tática, nem as jogadas...Pq é aquele ditado, time que tá ganhando não se mexe...

Que as nossas partidas sejam sempre animadas...e, pelo que sei, o clima tá favorável.

Fé na torcida, drible no goleiro e vamo que vamo...

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Just us

What a dream...today!
The question on this time is not about feelings is about love
His voice sounds like a music...She knows that our magic still here!
And what a surprise....
When she's thought that the game is over, he came back and gave her a hope.
Her heart is shinning and we could see her smile!
Last night, she had a dream. So told him what is meanning. And said to him to follow her, just turn off the light, hold on tight, listen both hearts, let them catch the moment and do the music with them breath.
Until now they felt our love forever
And he said: always remind me that all I want can't be done as same time that I want. When it's not perfect, is not the end. We was on pause
She said: don't talk, just kiss and we could change destiny. Just believe. Just take my hand...

Recebi, me encantei. Apesar de não ser meu, to postando.

Eu irei te dizer a beleza dos seus olhos

que eles tiveram a profundidade de teus céus

que eu sei que voce caminha sem saber quem é ela na sua mente

eu escuto voce murmurar para a beleza dela,


Oceano de Mistura Ambarina,

mistura eu em suas lendas

coloca a âncora, a âncora em mim

está tão macia a queimadura onde sua mão me toca.


Eu irei dizer a ele que o seu coração se cansou

Eu irei dizer a ele que dos homems voce se cansou

Que a vida rara dela e escondida no veludo da imensidade

Que agora está muito tarde para amar ela.
 
(Nicolas Lagier)

terça-feira, 13 de julho de 2010

Saudade
Quando ela bate ainda que você esteja rodeado de amigos, sente que falta alguém.
De repente o pensamento invade a tarde, provoca insônia à noite.

E faz você lembrar do cheiro, da música, da voz...



Aí, lembramos dos valores simples
do riso espontâneo
das palavras no canto do ouvido
e de andar descalço ou de mão dadas.

Que nem Pato (ou pinto) no lixo...


Bom é ver o dia começar com um sol.
Gratificante é estudar para  fazer uma prova e obter êxito.
Maravilhoso é ouvir a voz de quem a gente tem saudade.

Vontade de escrever...ihhhh to contando um pouco do que ando aprontando...rsss

Cada dia tem aumentado minha vontade de escrever, de pensar mais sobre a vida e compartilhar as experiências, tenho pedido para os amigos e pessoas próximas olharem o meu blog e me fazer as tão esperadas críticas. elas são fundamentais para a minha próxima empreitada que é o livro.
Estou escrevendo algo com todo meu coração, há personagens, intriga, problemas, brigas, momentos únicos de amor, de paixão e amizade.
Há pouco tempo eu finalmente consegui escolher os nomes para as minhas heroinas e citarei 2 delas hoje:  Sophia e Amanda, mulheres com compreensão e aceitação da vida diferentes, em busca de um mesmo ideal.

"Sophia mora sozinha e diz gostar de tudo que é verdadeiro. Economiza para comprar o que realmente precisa. Afirma que sua última aquisição - um par de brincos - foi importante para esta nova etapa de sua vida e pensa que lhe dará sorte.(...)

Vou contar uma passagem da Amanda:
"Amanda se olha no espelho e se acha gorda. Fez dieta por uma semana para melhorar o corpo para a entrevista porém, não constata o resultado. Já sofre no chuveiro para escolher a roupa que irá colocar na entrevista. Não chega a qualquer conclusão além de que sua barriga parece uma pança de leitoa. Fica com ódio desses shakes milagrosos, dos chás e do blanquet de peru light. (...)"

Espero que gostem...

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Alimentos perecíveis

Sabe o que alimenta uma confusão? Platéia

Sabe o que te faz perder tempo? Coisas sem sentido, como fofoca.
Sabe o que é vaidade? Querer ser mais do que todo mundo, desprezando as pessoas que estão ao seu lado.
Sabe o que é falsidade? A pessoa estar com você e assim que ela vira as costas, você participa ou deixa os outros falarem mal dela.

Problemas, comentários maldosos, especulações e interesse na vida alheia existem desde que o mundo é mundo, porém cada pessoa tem o direito e dever de cessar estas alfinetadas da vida.
Toda essa fomentação de verborragia passional devem ser extintas, mas somente serão se cada um começar a cuidar dos seus próprios passos, da sua caminhada e por que não da sua própria vida.
Se estamos magoados com alguém ou não gostamos de uma pessoa, por que deveríamos dar importância à ela? Ao falarmos dela estamos valorizando o que expressamos que não tem valor.
Por que precisamos fazer comentários a quem não pertence ao rol de pessoas estimadas?

Fica a reflexão: Quando um problema está bem resolvido, as pessoas que fazem parte dele, ou seja, os personagens, passam a ser pessoas comuns para nós. Porém, quando o assunto não fica resolvido, voltamos com pensamentos e comentários sobre o fato, sobre os personagens. Fica como um vício na nossa cabeça. quando nos damos conta a nossa pauta do dia é justamente aquilo que nos faz mal.
Porém, não deveria ser ao contrário? O nosso assunto preferido não deveria ser o que nos faz bem?
Pois é, são os nossos vícios de valores, que estamos tão acostumados com estes esquemas de atração do "temos que ser amados por todos", "temos que mostrar que temos sucesso em tudo" ou "temos que nos esforçar para que sermos pessoas boazinhas o tempo todo" é que fazem das nossas escolhas o caminho para a exaustão da nossa persanalidade.
Na verdade, a maioria veste um avatar, cria um personagem social e vai interagir com o mundo. não acho errado, pelo contrário, às vezes eu mesma faço isso. Um pouco como forma de proteção, além de não querer me expor para quem eu acho que não tem nada a ver comigo.
Tem um quê de curioso isso, ou talvez triste, solitário. pertencemos e circulamos em várias tribos, interagimos com pessoas de várias cabeças, mas nem sempre o jarguão de "dizem com quem andas que te direi quem és" poderá te resumir.
Assim, concluo que este céu-purgatório-inferno interrelacionais é esta a verdadeira magia da vida.

Ser um ser flutuante, leve e ao mesmo tempo autêntico, sensível e sensato é o que todos nós queremos, mas não dá para ser perfeito o tempo todo.
Fico pensando, da mesma forma que escuto histórias de mulheres que preferem sair com o homem errado, querem o que a rejeita e não com o bacana que a corteja; da mesma forma que escuto histórias de pessoas que não gostam de outra, mas que insistem em conviver ou criam uma obsessão em cima da vida desta pessoa, ouço histórias de pessoas que trilharam por um caminho mais franco e seletivo e hoje vêm mais objetivas e felizes.
Penso que estas relações de amor-vício-ódio-rejeição deveriam ser mais atenuadas por coisas que realmente são importantes na sua vida. São momentos que o equilíbrio deveria ser o mais buscado.
Enquanto você perde tempo com alguém sem sentido, com um assunto mofado ou com um fato desprezível, há tantas outras pessoas e coisas que têm sentido para curtir.
Fica a reflexão: O que você quer para a sua vida? escolha...elimine o que não faz sentido, de valor às coisas novas, às bacanas, às velhas que são boas pra você. E, o que de fato não lhe pertence, jogue fora!

domingo, 4 de julho de 2010

Entendi, agora perceba você!

Quando o verdadeiro sentimento está sufocado lá no fundinho do coração e você aceita estar com outro como forma de abstrair o real sofrimento acreditando que se está fazendo a coisa certa, tá mais do que na hora de fazer uma revisão.
O que à princípio seria uma atitude egoísta ao se iludir, se trata de um grande golpe de mestre pois entendi finalmente que a outra metade também está na operação tapa-buraco.

Aí fica a dúvida: quem engana quem? Ou melhor, quem esconde quem pois não quer perder a majestade?

Essa cena, típica de joguinhos de conquistas é a demonstração que não se está preparado para subir um degrau no amadurecimento.
Seria mais cômodo manter uma situação morna onde não há cobrança; porque quem não cobra também não quer ser cobrado! Percebe?
Aí, consigo entender as atitudes de inventar o inimigo para desviar o assunto e tornar mais interessante a relação. Entretanto, fica a reflexão de que tudo que acontece por aí é uma tremenda roubada.
Só sei que quem está de fora percebe...logo concluí que se trata da mediocridade da insegurança emocional.
Nesse jogo só se perde, pois o tesão da conquista passa e o que vem além disso é o vazio.
O que há em comum são perspectivas de passar o tempo enquanto não acontece nada melhor?

Será que só vale o esforço para ser alguém legal para o outro enquanto o relacionamento é um game?
Existem pessoas que estão preocupadas em preencher somente seu próprio umbigo e que não se dá conta que o outro faz exatamente a mesma coisa com ela, isto é, o outro somente visa preencher o umbigo dele também. Só que quando falamos de um relacionamento de verdade, estamos falando de parceria, cumplicidade, verdade, uma partida de frescobol, onde a parte que torna tudo divertido é deixar a bola sempre no ar, em sintonia.

Quando o jogo se torna uma competição, o jogo da vez é o tênis, onde a estratégia e a habilidade toma a frente e neste caso o que interessa é ser mais que o outro, por muitas vezes a bola está no chão. Isso não torna o jogo ruim, nem malvado, mas torna previsível, pois quando se dá o game over, nada fica.
Desista do jogo, entre na parte gostosa de viver a dois. Mantenha a bola no ar, sintonize-se e seja feliz!

sábado, 3 de julho de 2010

Perder para ganhar ás vezes é preciso!

Sexta-feira, 11h, o Brasil pára para assistir o jogo Brasil x Holanda, na disputa pela vaga da semi-final na Copa do Mundo da África.
São 32 times, 32 nações que estão na disputa e somente um campeão, afinal, ganhar não é o objetivo da competição?
Hoje, o dia seguinte à derrota para Holanda, penso no conceito sobre "Ser brasileiro".


O que pretendíamos? Queríamos vencer todos os desafios? Superaríamos os obstáculos? Merecíamos o hexacampeonato?


Pensei nos sonhos...pensei nas muitas oportunidades que cada um tem de mostrar seu talento. Senti a energia de cada coração unido pela paixão do futebol. Veio uma idéia. De fazer valer a pena. De fazer a sua parte. Ah, se todos fizessem a sua parte...comemorasse com mesmo afinco as derrotas e as vitórias...Nem sempre é a nossa grama que será a mais verde, o nosso barco é o que pescará os melhores peixes e a nossa equipe será a que trará a taça...
Será que não está na hora de percebermos que temos que aceitar as adversidades que nos derrotam, mas nunca nos vence?
Hoje quero falar de equipe. São onze em campo para em conjunto realizar o objetivo - o gol. Só que onze jogadores em suas posições precisam de um mestre regente. Um maestro, às vezes um pai-técnico.
Nesta Copa, o técnico brasileiro é o Dunga. Uma figura complicada, com péssimo humor e anti-social. O retrato do brasileiro bem humorado foi cedendo às pressões para um time entitulado "quase capaz", quase craques, quase-tudo!
O sonho do hexa diluiu-se nas lágrimas do goleiro Julio César, nos torcedores incorfomados e em toda arrogância de quem não sabe o que faz.
De um lado temos o jeito meigo do kaka com dificuldades físicas e eu arriscaria dizer emocionais e por um outro, o Felipe Melo, que mostrou um comportamento descontrolado, passional e que na sua fraqueza emocional foi expulso justamente na hora que o Brasil inteiro esperava uma boa performance.
O resumo da situação: Haviam jogadores bons que ficaram para trás, haviam opiniões experientes que ficaram para trás. Se algo de bom ficou para trás, a energia não flui. Fica estagnada e o resultado é o que vimos.
Acredito que a palavra do momento para reflexão é a soberba (vaidade).
A soberba é o sentimento da ostentação, do supérfluo, do prazer. Ser soberbo é querer ser melhor que os outros, aparecer mais, não tolerar competidores nem críticos. Não podendo vence-los, os diminui e ridiculariza.
O soberbo olha o mundo ao redor de si, achando-se o centro do universo e, que fora do seu umbigo não há salvação. Ele se vê como próprio deus Hélio, isto é o centro de tudo.
E não foi isso que aconteceu? Nosso Brasil tem sido vítima no âmbito político, econômico, social, desportivo e cultural da Vaidade, que é um dos sete pecados Capitais.
Que venham as eleições, que venham os sonhos, que venham 2012, 2014 e 2016...que a consciência nos permita perder a soberba, eliminar os engodos políticos e as fraudes egocêntricas manipuladoras.

Um café...um vinho...um beijo...uma vontade

Novamente ele liga para ela. Ela ainda está no trabalho, mas promete que quando sair, vai encontrá-lo. Uma hora depois, ela liga, mas ele não atende. Decide ir tomar um café.
Quando ele liga, ela diz que está tomando um café e que está esperando ali a sua chegada.
Quando ele se aproxima, ela fita os olhos nele e o sorriso chama atenção. Apesar dos muitos desencontros, à medida da conversa, parece que se conhecem por quase toda uma vida. Conversam sobre trabalho, idéias, familia, vida. Pensam fazer coisas juntos, prometem um cinema, um jantar, um vinho.
Ela se sente bem ao lado dele, gosta do jeito dele falar com entusiasmo das coisas dele.
Decidem caminhar e procuram um lugar para uma conversa mais à vontade, um abraço e talvez um beijo. O local escolhido é um pizzaria. À beira do forno a lenha, escolhem um vinho francês.
Á medida que o vinho é tomado, a conversa vai ficando melhor. Ele arrisca um abraço. E ela gosta do jeito dele em abraçá-la.O pensamento de que ela se sente bem ao lado dele é invadido pela idéia de um beijo.
A temperatura clássica de uma noite de inverno deixa ainda mais o clima entre eles favorável para um beijo. Porém continuam andando até uma esquina e é lá que finalmente acontece.
Ela entra no taxi. Pensa no beijo, nas palavras, no abraço.

domingo, 27 de junho de 2010

Um dia, uma pessoa olha nos seus olhos e diz: eu evoluí. O que ela quer dizer?

Segundo o ensinamento oriental, o conceito de Tao é algo que só pode ser apreendido por intuição. É algo muito simples, mas não pode ser explicado. É o que existe e o que inexiste. O ponto em questão disso tudo é entender o Tao deixando de fora os demasiados conceitos dentro da cabeça, e perceber que o todo.

Falar sobre este assunto, que sou uma profunda pesquisadora não se dá somente por 5 minutos, não acontece por decreto e não basta apenas declarar-se transcendido. Para a evolução e retórica do bem, do amor maior e da consciência coletiva o que é imprescindível é o desapego.

O Tao é o Caminho da espontaneidade natural. É o que produz todas as coisas que existem. O Te 德 (a Virtude) é o modo de caminhar espontâneo que dá às coisas a sua perfeição.
Na verdade, não é o Tao não transcende o mundo. O Tao é a totalidade da espontaneidade ou o curso natural de todas as coisas.
Ao compreender que cada coisa é simplesmente o que é e faz e que por isso, o Tao não faz nada; não precisa interferir para fazer com que tudo o que deve ser feito, seja feito e que  tudo que cada coisa é e faz espontaneamente é o Tao entendemos que  TAO FAZ TUDO SEM FAZER NADA.
O Tao produz as coisas e é o Te que as sustenta. As coisas surgem espontaneamente e agem espontaneamente. Cada coisa tem o seu modo espontâneo e natural de ser. E todas as coisas são felizes desde que evoluam de acordo com a sua natureza. São as modificações nas suas naturezas que causam a dor e o sofrimento.
Ao dizer sobre o Tao e que sabe sobre o Tao, você não sabe sobre o Tao. A necessidade de expressar que vive o momento de paz, você não vive a paz. O Tao é a quietude, o vazio útil, o silêncio meditativo, o amor sobre todas as coisas, a energia que conscientiza todas as coisas.

sábado, 26 de junho de 2010

Direito à vergonha

Há um tempo atrás fui surpreendida com uma ligação de um escritório de cobrança que representa uma empresa de telefonia móvel. Me cobravam um valor (na verdade não era uma grande fortuna) de contas em atraso e que eu tinha que em 48 horas resolver a pendência financeira.
Porém, o que mais fiquei surpresa foi que nunca tive linha telefônica com a empresa e desconhecia as informações que ali eram passadas pelo cobrador-advogado.
Bom, me dirigi a uma loja da empresa, registrei a reclamação. Pediram que eu juntasse um registro de ocorrência e que isso tudo fosse dirigido à gerência. Fiz tudo isso. Passei todas as informações, juntei comprovante de residência, uma carta, xeroz de documentos, etc...
Na ocasião me informaram que estava resolvido. Esqueci do caso. Até achei que foi eficiente demais.
Sete meses depois recebo novo contato da empresa, e me pedem para eu fazer tudo novamente. Só que desta vez eu quis ver os documentos que eles tinham lá, para isso agendei um horário e fui ver o que eles tinham para me apresentar.
O endereço da conta era em área de risco, não souberam dizer como conseguiram meus documentos, nem como poderiam ter aberto uma conta telefônica baseada em fraude. Só que era tanta falta de vergonha na cara, um despreparo das pessoas envolvidas, que o resumo da história foi termos ido ao tribunal, pois é claro, que eu processei.
O forum escolhido foi o da Barra da Tijuca, RJ. Apesar de eu ser formada em Direito, chamei um amigo para cuidar da minha causa. Impressiona-me esta coisa toda, me disseram que é assim...que eu tenho sorte...
Que sorte? Eu nao abri conta nenhuma, quis resolver na loja da cia telefônica e tive que levar ao Juizado de Pequenas Causas minha saga. Compareço à audiência, tentamos uma conciliação, não acontece. Remarcam a AIJ para cinco meses depois. Vou na audiência de Instrução e Julgamento, tentamos um acordo. Conseguimos o acordo. A sentença vem após mais cinco meses. E com essa sentença ainda não recebo a indenização. Tenho que aguardar a expedição do mandado de pagamento. Minha sentença foi dada em junho de 2009. O mandado de pagamento só foi expedido seis meses depois e esta semana é que realmente pude dar entrada no Banco do Brasil para receber minha indenização.


Como esse processo é lento?
Por isso que muitas pessoas acabam desistindo, acabam não acreditando que a justiça será feita.
Não dá para acreditar que o Juizado Especial, que foi criado para ter um processo célere, quase que oral, possa estar levando uma eternidade para resolver suas cotendas.
Eu, que me formei em 98, que dois anos depois mudei de área de trabalho e não tive mais contato com o dia-a-dia do mundo jurídico fiquei impressionada com a falta de comprometimento deste Forum da Barra. Não sei há muitos processo, nem se o efetivo dá conta de tudo que há lá, mas algo deveria ser feito.
Brasileiro não reclama tanto, acaba aguardando na fila, aceita certos desaforos implícitos, mas realmente meu desabafo aqui escrito se dá e espero que algo seja feito.
Aceito sugestões...

All we need is love (from Osho Book "The Secret of Secrets, Vol 2")

Osho - Love is Therapy

Osho - Love is therapy, and there is no other therapy in the world except love. It is always love that heals, because love makes you whole. Love makes you feel welcome in the world. Love makes you a part of existence; it destroys alienation. Then you are no more an outsider here, but utterly needed. Love makes you feel needed, and to be needed is the greatest need. Nothing else can fulfill that great need.

Unless you feel that you are contributing something to existence, unless you feel that without you the existence would be a little less, that you would be missed, that you are irreplaceable, you will not feel healthy and whole. And prayer is the highest form of love. If love is the flower, then prayer is the fragrance. Love is visible, prayer is invisible. Love is between one person and another person, prayer is between one impersonal presence and the impersonal presence of the whole. Love is limited, prayer is unlimited. If you can pray, no other therapy is needed.
Therapies are needed in the world because prayer has disappeared. Man was never in need of
therapy when prayer was alive, flowing, when people were dancing in great gratitude, singing songs in praise of God, were ecstatic just for being, for being here, were grateful just for life.
When tears were flowing from their eyes – of love, of joy – and when there were songs in their hearts, there was no need for therapy. Therapy is a modern need, a poor substitute for prayer.

Psychoanalysis is a poor substitute for religion, very poor. But when you cannot get the best, then you settle for second-best or the third-best, or whatsoever is available. Because temples have become rotten, churches have become political, religion has been contaminated by the priests, man is left alone, uncared for, with nobody to support him.
The very ground on which he has been standing for centuries has disappeared. He is falling in an abyss, feeling uprooted. Psychoanalysis comes as a substitute: it gives you a little bit of rooting, it gives you a little bit of ground to hold onto, but it is nothing compared to prayer. Because the psychoanalyst himself is in need, he himself is as ill as the patient, there is not much difference between the psychoanalyst and the patient. If there is any difference, that difference is of knowledge – and that makes no difference at all. It is not a difference of being.
If there is any difference it is quantitative, it is not that of quality, and quantity does not make much difference. The psychoanalyst and his patient are both in the same boat. In the old days there was a different kind of person moving in the world, the religious person – the Buddha, the Christ. His very presence was healing. Because he was healed and whole, his wholeness was contagious. Just as diseases are contagious, so is health.
Just as illnesses can be caught from others, so can you catch something of the healing energy from the other. But for that, the psychoanalyst will not be of much help. He may help a little bit to solve your problems intellectually. He may find out the causes of your problems – and when you know the cause you feel a little better, you are not in ignorance – but just by knowing the cause nothing is helped.
You are suffering: the psychoanalyst will show that you are suffering because of your mother, because of your upbringing, because of your childhood. It makes you feel a little good: so it is not you who is the cause, it is the mother. Or, there is always something else you can put blame on. Psychoanalysis shifts the responsibility, makes you feel a little weightless, unburdened, but the problem is not solved. Just by knowing the cause, the cause does not disappear.



Source: from Osho Book "The Secret of Secrets, Vol 2"



Entrevista com Osho (reprodução)

Question: Beloved Master, Is Maturation an ongoing process? How is maturation related to awareness? Please explain.


Osho: Yes. Maturation is an ongoing process. There is no full stop, not even a semicolon anywhere... it goes on and on. The universe is infinite. So is the possibility of your maturing. You can become so huge.... Your consciousness is not confined to your body. It can spread all over existence and all the stars can be within you. And there is no place where you will find a plate that says, ”Here ends the universe.” It is just not possible. It never begins; it never ends.
And you are part of it. You have been here always and you will be here always. Only forms change, and forms don’t matter. What matters is the content. So remember that particularly in America, containers matter more than the content. Who cares about the content? The container has to be beautiful.
Remember, the container is not you. You are the content. Forms change, your being remains the same. And it goes on growing, maturing, goes on becoming more enriched. And you ask, ”What is the relationship between awareness and maturity?” Awareness is the method; maturation is the result. Become more aware and you will have more maturity; hence, I teach you awareness and don’t talk about maturity. It is going to happen if you are aware.
There are three steps of awareness. First, become aware of your body – walking, chopping wood or carrying water from the well. Be watchful, be alert, aware, conscious. Don’t go on doing things like a zombie, like a somnambulist, a sleepwalker. When you have become aware of your body and its actions, then move deeper – to your mind and its activity, thoughts, imagination, projections. When you have become deeply aware of the mind, you will be surprised.
When you become aware of your bodily processes, you will be surprised there too. I can move my hand mechanically, I can move it with full awareness. When I move it with full awareness, there is grace, there is beauty. I can speak without awareness. There are orators, speakers.... I don’t know any oratory; I have never learned the art of speaking, because to me it looks foolish. If I have something to say, that is enough. But I am speaking to you with full awareness, each word, each pause... I am not an orator, not a speaker.
But when you are aware of speaking, it starts becoming art. It takes on the nuances of poetry and music. One man, a Western journalist, wrote a book, the new Mystics. His name is Aubrey Menen. He introduced me to the West. He has covered other mystics, but I was on his front cover. And the things he said, I could not believe myself. He said that he has listened to Adolf Hitler, who was a tremendous orator. He has listened to Jawaharlal Nehru, the first prime minister of India, who could hold millions of people while he was speaking.
He mentioned Kennedy – President Kennedy, who was a great speaker. But I was surprised: he said that listening to me, he felt a tremendous difference. ”Certainly this man is not trained in oratory or speaking, but whatever he is saying is reaching directly to people’s hearts. It was not the case with Adolf Hitler, Jawaharlal Nehru or President Kennedy; they were just repeating words like parrots.”
This is bound to happen if you speak with awareness. Then every gesture, every word has a beauty of its own. There is grace. When you become aware of the mind, you are in for a greater surprise. The more you become aware, the less thoughts move on the track. If you have one hundred percent thoughts, there is no awareness. If you have one percent awareness, there are only ninety-nine percent thoughts – in exact proportion. When you have ninety-nine percent awareness, there is only one percent thought, because it is the same energy.
As you become more aware there is no energy available for thoughts; they die out. When you are one hundred percent aware, the mind becomes absolutely silent. That is the time to move still deeper.
The third step: to become aware of feelings, moods, emotions. In other words, first the body – its action; second, the mind – its activity; third, the heart and its functions. When you move to the heart and bring your awareness there, again a new surprise. All that is good grows, and all that is bad starts disappearing. Love grows, hate disappears. Compassion grows, anger disappears. Sharing grows, greed disappears.
When your awareness of the heart is complete, the last surprise, and the greatest surprise: you don’t have to take any step. A quantum leap happens on its own accord. From the heart, you suddenly find yourself in your being, at the very center. There you are aware only of awareness, conscious only of consciousness. There is nothing else to be aware of, or to be conscious of. And this is the ultimate purity. This is what I call enlightenment.
And this is your birthright! If you miss, only you are responsible. You cannot dump the responsibility on anybody else. And it is so simple and natural, that you just have to begin. Only the first step is difficult. The whole journey is simple. There is a saying that the first step is almost the whole journey. Okay?

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Fui...

Meu sofrimento teve inicio meio e fim

Neste momento tudo que sei é que quando falamos do problema abertamente,
sem receios, sem emoções,
apenas como um relato,
é porque ele está resolvido,

Natural é quando falamos sobre tudo e esse tudo não nos incomoda mais.
Quando um assunto ainda não está resolvido,
o natural é varrer para debaixo do tapete
e aquilo que está embaixo do tapete nos assombra durante anos.


Fiz diferente.
Expurguei meus fantasmas,
dividi minhas dores,
Falei sobre minhas frustrações e rabugentices.

Um dia tudo se dissipou.
A ficha caiu.
Eu virei a página e sobrevivi.

Claro que fiquei inconformada com o que aconteceu,
que tive desconforto com algumas situações,
mas falei sobre elas,
assumi todas elas.

Quando atitudes foram tomadas
que não tivemos como voltar atrás
ou que não queremos fazer diferente,
é porque devemos guardar o bom que ficou e prosseguir.

Como????

Natural seria eu te querer,
te aceitar e te chamar de amor.
Mas como fazer isso se agora eu tenho outro amor?
Como seria eu ter amor e mesmo assim querer a dor?

C+ALT+DEL



Só apertar esta tecla na sua consciência e de verdade você expulsa qualquer mal que alguém pode querer lhe causar.


Primeiro: Não penso no problema do outro, quero muito que o outro pense nos problemas que tem. Devemos aceitar o aprendizado único de cada vida...
Se você vive a vida do outro, você está sofrendo de um grande mal: a falta de viver a sua vida!
Acho que você precisa de um estímulo:



Pense nas 1001 coisas que deve fazer antes de morrer, nos 1001 lugares que deve visitar e nos 1001 vinhos que poderia apreciar ou nos 1001 discos que pode ouvir e 1001 filmes que será divertido assistir.


E aí? Viu como colocamos nosso foco em outras possibilidades a vida se torna muito maior do que as 1001 coisas que temos para pagar ou as 1001 coisas que temos para reclamar ou as 1001 coisas que poderiam ser de outro jeito e, a melhor: as 1001 coisas que poderia beber, sentir, fazer, dizer, conhecer, viver que ainda não fez. Então...mãos à obra...
1 - vc decide!
2 - Ta tudo aí ao seu alcance...
3  - Viva La Vida...
...  press insert
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...






quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amor sem escalas

Motivos para ver Amor Sem Escalas (Up In The Air, 2009):
1. George Clooney

2.A cara de cachorro abandonado que Clooney faz ao levantar suas sobrancelhas e a sua voz sussurrada são ideais para o papel (e para manter as mulheres apaixonadas por ele).
ps.Eu amo!!3. O filme é sobre pessoas. Seus comportamentos, seus medos, suas angústias e segredos.
4. Como não estão presentes somente o ar de comédia, o filme elabora a idéia sobre os conceitos: familia, solidão, casamento, traição, casualidade e relações humanas.


Por ser uma adaptação de um livro lançado em 2001 pode-se pensar que o filme foi criado para este momento de crise econômica. Nada mais justo, afinal seu protagonista é Ryan Bingham (George Clooney), um Conselheiro de Transições de Carreira. O galã é um executivo contratado por empresas desesperadas que precisam mandar pessoas embora, mas não têm coragem de sujar suas mãos e fazer isso elas mesmas. Ele é o cara que vai chegar sem ser anunciado, se sentar numa sala reservada e começar a chamar as pessoas que serão dispensadas. As reações, claro, vão do desdém ao desespero, passando por choro e ameaças de morte.

Depois de anos fazendo este trabalho, Bingham desenvolveu técnicas eficientes. Em sua mente já há um roteiro do que fazer em cada situação com respostas prontas e bem ensaiadas. Tudo para tornar o processo o mais humano possível, mostrando ao recém-desempregado que ele pode aproveitar aquele momento triste e tirar proveito para mudar sua vida, recomeçar.

Viajando de um lado para outro dos Estados Unidos, revezando check-ins de aeroportos e hotéis, Bingham tornou-se metódico e impessoal (suas dicas de como sobreviver em aeroportos valem ouro!). Seu único hobby é acumular milhas. Aliás, mais do que um hobby, é uma obsessão. Não há uma azeitona que não vire milhagem. Suas experiências na estrada serviram também de inspiração para uma palestra motivacional para outros executivos. Nela, Bingham prega que você deve viver apenas com aquilo que não é um peso em seus ombros, deixando de lado até mesmo família, amigos e casa.
Porém, duas mulheres entram em suas vidas. Quem vem primeiro é Alex (Vera Farmiga), uma versão de saias do próprio Bingham, que passa mais tempo viajando do que na sua casa, em Chicago. Igualmente sem comprometimentos, os dois abrem seus notebooks e começam a agendar encontros entre voos e trocar mensagens pelos seus blackberries. A outra é Natalie (Anna Kendrick), uma jovem recém-saída da faculdade que chega para implementar um sistema que possibilita demitir as pessoas usando videoconferência, um toque ainda mais impessoal ao processo.
Isso é tudo o que o diretor Jason Reiman (Juno, Obrigado Por Fumar) e o roteirista Sheldon Turner precisam para começar a mostrar os sentimentos escondidos (ou deveríamos dizer controlados?) do seu protagonista. Com Alex, Bingham revisita sua infância e acaba em um casamento. Com Natalie, mostra todo o seu profissionalismo que no início se confundia com uma falta de humanidade.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Copa dos conflitos

Uma copa do mundo tão cheia de assuntos globalizados. Em menos de quinze dias vimos agressões de todas as formas e de quase todas as nações. Fica a reflexão: será que estamos vivendo a neo-babilônia?
Seja os xingamentos do técnico Dunga, as declarações bizarras de Maradona, a crise com a seleção da França ou a agressão em campo do jogador Nigeriano, a verdade é que estamos vendo em TV plasma, lcd, 3D ou aquela velhinha grandona, uma copa de muitos desafetos.
O bom e velho futebol cedeu lugar às manchetes de agressões, manipulações e muita falta de respeito.
Quem tem razão?
Quem poderia ter razão seria o torcedor que vai ao estádio esperando ver um espetáculo ou  o amigo que se reune com outros amigos e também as muitas mães de jogadores que se orgulham com a perfomance de seus filhos...Mas diante disso tudo o que é estar certo?
O fato é: Queremos o mundo globalizado, com oportunidades e solidário. Temos uma copa do mundo na Africa que é um continente sofrido pelo Apartheid, diferenças absurdas culturais, sociais e econômicas, criamos foruns de discussão e, quando temos a oportunidade de exibir nossa lição de casa, fracassamos justamente na apresentação do trablho em grupo?!
Será que não é hora de revermos os conceitos e não apenas inventarmos as campanhas de inclusão, as caridades de leite em pó e de donativos? Não está na hora de campanhas por uma vida com almas melhores?
A boa caridade de alma faz de um homem seu mediador e certamente fará preservar não só o meio ambiente, mas como também todo o limite de espaço do outro.
Nesta hora, será percebido que o palavrão veio em hora errada, que a exposição da crise na seleção francesa causa decepção na nação francesa e que agressões físicas e guerras estão sendo expostas na tv para o mundo todo assistir.
Aí o que nos resta a fazer é sermos hipócritas e pedir paz?
Vamos culpar quem desta vez? Inventar ou reinventar a censura? O poder militar???
Teremos como atirar a primeira pedra para questionar a guerra ou as políticas sociais?
Ah, claro...Vamos impedir que o Irã construa suas usinas nucleares...aí vamos fazer um show com as estrals do mundo Pop e mostramos para Marte, Venus e Jupiter como somos pessoas boazinhas por estarmos na busca da paz...

Infelizmente, acredito que tudo isto esteja no rumo errado...estamos mais preocupados em ficar bem na foto do que enxergar o cenário que realmente está por detrás da foto.
Seja NA FOTO que tem um Dunga nervoso, que xinga em rede internacional o reporter da rede globo, seja burlando um lugar na fila ou tentando dar um jeito para resolvermos um problema, estamos todos CONDENADOS ao mundo MISERÀVEL DE ALMA.
Ao isolarmos o fato do Dunga o que teríamos por detrás daquele comportamento?Por que ele reage desta forma? E mais, será que o meio influencia os demais? Se  sim, podemos pensar que esta energia destrutiva contagiou nosso Kaka e o levou à expulsão?
São estes questionamentos que devemos levar em consideração, pois se uma fofoca derrubou a seleção francesa, assim como as intrigas e perseguições de poder fizeram cair muitos reinos, estamos presenciando a metáfora lúdica de Maquiavel.
Já é hora de pensarmos na globalização não angular, mas prismática. Cada face uma idéia, cada faceta, mais idéias e o conjunto delas...movem ou destroem o mundo.
Mais uma vez digo, não devemos morrer pela idéia. Devemos aprender e evoluir com o prisma de cada uma delas.

Por isso:
Não viva a globalização de stress, viva o dia de hoje sem destruir o de amanhã.
Não faça nada que vai se arrepender depois porque SORRIA você está sendo filmado e muitos vão ver o que você fez.
O prior covarde, o pior xingamento e a pior agressão é aquela que vai atordoar sua consciência, por isso faça tudo - certo ou errado - sobretudo só faça o que você pode absorver. Se prometeu cumpra, Se disse, assuma. A palavra o olho no olho precisa ser resgatado. A honra e a boa-fé devem dar lugar à malandragem...
Porque, a maior vitória está dentro de nós mesmos pois o inimigo está em nossa imaginação. Não existem pessoas boas ou más, somos o duelo do bem e do mal convencionado o tempo todo. Este é o nosso aprendizado!
Viva a Vida...Porém somente a sua vida!                                                           

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Orgulho e arrogância

O orgulho é um sentimento de satisfação pessoal. Podendo ser positivo ou negativo, dependendo das circunstâncias, significando soberba e arrogância quanto para indicar dignidade ou brio. Embora muitos considerem que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo, acho que se não for expresso de forma espontânea, acaba sendo uma egotrip.

O orgulho de forma contida, natural tende a valorizar um ato, uma pessoa, coisa e se dá no sentido da realização e é associada como uma atitude altruísta.
como forma de elogiar a si próprio, dando forças para evoluir e conseguir uma evolução individual, rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. Por outro lado ao coexistir, o orgulho em excesso como forma de uma satisfação incondicional superestimando e distorcendo valores, pode se transformar em vaidade, ostentação, soberba, sendo visto apenas então como uma emoção negativa: a Arrogância.

Curiosidade x gatos



Se na iminência da possibilidade de uma nova experiência sentimos a curiosidade e isso gera uma capacidade natural de exploração, a investigação e aprendizado aumentando nossas impressões, nos provocando uma ansiedade gostosa que nos fazer imaginar algo. Posso dizer que ando curiosa...

Se essa curiosidade matou ou vai matar o gato, eu não sei...mas que é intrigante, ah isso é...



terça-feira, 15 de junho de 2010

A ALPINISTA

Conheci a alpinista há alguns anos atrás. No início ela me parecia uma pessoa bem humorada e com boas intenções.
Parecia ser uma mulher independente, que veio tentar a vida na cidade grande e que queria se enturmar.
Inteligente e esperta como uma raposa, esta mulher conquistou não só a mim, como meu grupo de amigas, uma grande parte da high society carioca e num passe de mágica lá estava ela esbanjando sua conquista social como se fosse um trofeu, seja nas fofocas do dia-a-dia, seja em declarações ou entrevistas.
Porém, nem tudo na vida é o que nos parece. Pessoas com perfil de conquistadoras são extemamente obcecadas com o poder. Nada a poderia deter para conseguir seu objetivo nem que para isso inventasse uma boa história, cometesse uma loucura no cartão de crédito para provar sua nova presa que poderia estar e comprar no local que bem entendesse e que poderia perfeitamente pertencer a camada mais alta do jet set.
Houve uma época que ela me pareceu mais centrada, que queria menos luxúria. Tava pensando em até ter filhos. Porém, tudo isso era mais uma armadilha para que não só eu como outras pessoas acreditassem em seus delírio de vida.
Me lembro que uma certa vez que surgiu essa conversa sobre filhos, ela me disse que poderia se enturmar melhor se pudesse ter um filho que estudasse numa escola em que estivesse estudando filhos de pessoas ricas. Que facilmente poderia se aproximar de pais separados e que seria uma boa opção.
Naquela época eu considerava que essas idéias eram totalmente improvaveis e que eram maluquices que ela gostava de dizer por pura brincadeira.
Mas não foi assim que foi se mostrando. Cada vez mais ardilosa. A alpinista se aproximava do filho ou filha de alguém importante, circulava com uma promoter conhecida. Foi contratando assessores e pagando noticias para poder realmente satisfazer seu ego em ser alguém.
O mais curioso nisso tudo é o tempo que ela gasta para se produzir, o dinheiro que ela emprenha para ter um Loubotin, uma Fendi ou um óculos de grife. Imagina-se que ela tenha muitos mil reais no seu guarda-roupa porém nada no seu nome, na sua conta ou para seu projeto de vida.
Ela vive o hoje. Vive uma ilusão que conta que é de uma familia assim que vive em outro estado...que tem fabrica, propriedades, carros, namorados milionários, porém o que lhe falta é ter uma vida verdadeiramente sua.
Sem escrúpulos, vai para cama com alguém por negócio, não como uma prostuituta, mas como uma mulher viúva negra que após seu deleite, digere a cabeça da sua vítima.
nem tudo são flores e encantos para a alpinista. Ela é sozinha e tem um semblante triste. Frequenta as festas e eventos da cidade e fuça o que há de melhor em ver e ser visto. Por outro lado, tem crises financeiras e remove montanhas para pagar suas contas. Quando o assunto é dinheiro, tem verdadeira astúcia. Convoca sua legião de desavisados para lhe garantir o pão, a casa e as viagens.
Ela viaja muito, pois foge dela mesma. Não consegue se fixar porque acredita ser melhor do que tudo que a cerca. É extremamente insatisfeita e tenta com que sua patota (que se renova a cada ano) realize seus caprichos.
A alpinista social é uma pessao adorável, custa muito detectar que ela pode no futuro lhe causar algum dano ou lhe prejudicar, mas acredite. Uma hora as garras ficam afiadas e ela ataca você se precisar.

Adão e Eva valorizaram ou não o paraíso???

Gostei da entrevista do Jo com Mario Sergio Cortella. Aí, claroooooooo, me fez pensar:
Primeiro sobre se Adão e Eva srealmente só valorizaram o paraíso depois que perderam o paraíso. Também sobre  a afirmação "Se eu não tenho sede o liquido não me faz falta, mas quando eu tomo o liquido à titulo de degustar e isso me faz com que eu possa apreciar com felicidade".
Bom, se a felicidade está ligada a ausência do sentimento que nos dá a sensação de plenitude sobre algo, como posso saber se estou sendo feliz na metáfora "matando minha sede" ou "degustando meu líquido"?

Ainda insistindo neste tema, ao dizer que o dinheiro não traz felicidade, mas nos permite ficarmos infelizes em Paris, me faz refletir sobre estes conceitos de felicidade, saturação, saciedade, infelicidade, necessidade, ausência e abstinência.

Será que quando sofremos uma grande perda é justamente o grande momento de aprendizado e valorização daquilo que perdemos ou aprendemos a viver com a ausência? E mais, será que na ausência conseguimos substituir algo?
Por que as pessoas perseguem o dinheiro, o poder e o status enquanto as que lá estão vivendo com dinheiro, poder e status já não se sentem tão saciadas?
O que é bastante para uma pessoa ser feliz? Isso é uma variável ou uma constante? Ao entender que a felicidade constante nos leva ao outro extremo da não-ausência de felicidade e assim não nos damos conta que estamos felizes.
Será que temos que sofrer a ausência para queremos de volta algo que não podemos mais ter e quando finalmente conseguimos e vira uma constante volta a não nos dar satisfação?
Só que tem uma coisa muito importante sobre isso tudo: Sentimentos, pessoas, destinos...
Como fica o amor, a amizade, a familia e o sucesso no meio disso tudo?
Se as pessoas precisam eternamente conquistar para sentirem a sua plenitude,como é então treinar sua consciência para ao chegar ao auge de uma conquista manter a sensação inicial de saciedade?
Acho que deve ser por isso que as pessoas traem, usem drogas ou desistem dos sonhos ou dos sentimentos.
na continuação do meu raciocínio vejo que muitas vezes eu também fui levada a não parar de conquistar e só me dei conta que estava exausta de almejar quando já era tarde para dar valor às conquistas simples.
Estou vivendo assim como você e todo mundo um grande aprendizado.
Vou fazer uma lista de tudo que eu conquistei e perdi. Outra com o que conquistei e desisti. Mas acho que a mais importante seria a que eu ainda quero conquistar ou recuperar. Antes de partir para a ação, precisamos então analisar onde ocorreu um ponto que se perdeu ou o motivo pelo qual não está mais comigo.
Somente com uma auto-análise posso identificar o que quero ou não. E se quero, de que forma eu quero. São estas respostas que nos fazem traçar nossos objetivos não apenas para termos pessoas, coisas e viver sensações, mas para nossa manutenção da felicidade.

Life for 2


Existem homens e mulheres que querem Brincar de casinha,
querem poder dormir e acordar sem ter o compromisso de saberem que necessitam de comprometimento.

Outros casais são vítimas de Castelos de areia,
Moldam suas vidas tão rapidamente, servem aos caprichos um do outro, mas na iminência de uma tempestade, voam sonhos e planos.



Pessoas querem viver momentos como Bolinha de sabão. Inventam mitos e inflam suas idéias, isso faz parecer uma bolha gigante, forte e cheia de brilho, porém vazia de afeto e cumplicidade. Assim que chegam ao ápice do relacionamento, estouram...


Ilusão...Imaginação, sonho, irrealidade...
chame o nome que quiser,
quando acreditamos em algo que não é pautado na sintonia plena ou no sentimento puro
todo o universo construído esvai...
tão rápido acontece, tão logo desaparece.
E depois que passa não se sabe nem porque nem como aconteceu.
O mais lógico seria pensar que fica de experiência.
Porém, muito mais lógico seria investir utilizando o tempo a seu favor,
como a brasa do forno à lenha
que vai maturando o conhecimento sobre o outro e a si mesmo.

O tempo torna o bom ainda melhor
o desconhecido, mais sabido
e a amizade mais consciente,
o beijo mais conectivo
e os sonhos mais reais.



...viver a vida dois de verdade requer muito mais que curtir na casa de um o fim de semana divertido, a reunião de amigos ou poder dormir até tarde ao lado de alguém...
viver a dois requer muito mais do que pagar contas, ter filhos e tolerar algo que está em desacordo com seus limites.
viver a dois não é só admirar as qualidades e apontar os defeitos,
viver a dois não está somente no momento para sorrir, nem no ombro ou muleta para chorar.


viver a dois é a arte do entendimento


Somente na vida a dois temos a oportunidade em viver a liberdade de escolha e determinação dos limites.
Ao viver a dois plenamente podemos ter o livre arbítrio para vivenciar o que você próprio é dentro do outro.

Uma relação verdadeira faz você pensar, evoluir e auto-conhecer, pois é no outro que você vê a si mesmo.

domingo, 13 de junho de 2010

1 café p/ nós 2...

Um cara convida uma certa mulher para jantar, Ela aceita e fica empolgada. Vão à um restaurante lindo e muito elegante.
O garçon pergunta à ele se ele gostaria de ver a carta de vinhos da casa. Ele responde que não vai tomar vinho porque está seguindo uma dieta. Prefere água. Oferece então uma meia garrafa para ela.
Assim que chegam a água e o vinho, o garçom novamente anota o pedido. Que é: Uma salada caprese de entrada.
Quando a salada chega, cria-se um impasse: no prato haviam 3 rodelas de tomate, 3 de queijo, além do manjericão. Sem fazr a menor cerimônia, perguntou se ela se incomodava dele comer no próprio prato e é claro que não se incomodaria...
Aí ele colocou no prato dela 1 tomate+1queijo+1/4 da folha de manjericão e e comeu o restante.
Fez a mesma divisão com o prato principal e sobremesa.
Na hora da conta, ele paga sem cerimõnia. Embora eu ache que ele tenha sido elegante, não podemos julgar a situação e nos convencer que ele foi pão-duro. Talvez econômico ou desprovido de formalidades, em outras palavras, ele dividiu a comida mas não dividiu a conta. Interpretamos muitas vezes já eliminando um possivel pretendente nos convencendo que ele é grosseiro, pão-duro ou estranho. Porém o que a mulherada nunca percebe é que também eles fazem este juízo de valor de nós mulheres.
O fato é que se todos jogam e não podem ser verdadeiramente o que são, como saberemos que o outro nos dá ou não vontade de passar do primeiro encontro?
Bom, no caso acima acredito que ele mereça um voto de confiança e vamos aguardar o segundo encontro, entretanto, se ele ainda sim no próximo encontro cantar para você de manhã: "amanhã de manhã, vou servir 1 café para nós 2..." vamos enviar uma cesta de café-da-manhã completa para eles...

Pessoas boas, pessoas ruins...lugares bons, lugares ruins...

Paris tem charme, história, tradição e muito romantismo...ao viver esta experiência, percebemos que estamos aguçando nossos sentidos, nossos pensamentos e sensações...




Pessoas tem charme, tradição e muito romantismo...ao viver as experiências estão amadurecendo
seus pensamentos, idéias e sentidos...


Sabe aquela coisa que aprendemos em física que podemos calcular a distância desde que saibamos qual é o ponto de vista? 
Vamos supor que hoje eu tenha conseguido visualizar a minha vida lá do alto - e para dar um quê de charme, vi ládo alto da Torre Eiffel -  e quando observei o que estava acontecendo, vi que pessoas e cidades se parecem. Isso me fez pensar que somos vulneráveis aos nossos pontos de vista sobre as impressões sobre coisas e pessoas. E mais: que às vezes estamos distantes fisicamente de um lugar ou pessoa, mas nossos pensamentos e menórias voltam exatamente para aquela memória várias vezes durante a semana.
O mais cuioso é entender que pessoas e locais são inesquecíveis somente enquanto queremos mantê-los vivos em nossos corações e memórias; Do mesmo modo, pessoas e locais que consideramos péssimos só os são assim porque de alguma forma sofremos algum trauma em nossa experiência pessoal.
O que isso tudo quer dizer? Bom, se tivemos uma boa experiência, teremos excelentes referências, porém, se algo nos aconteceu, nos fez viver um drama, um contra-tempo, fica difícil acreditar que aquele local possa ser maravilhoso para uma outra pessoa ou que aquela pessoa possa ser feliz naquele local. 
É como se você colocasse o dedo na tomada e tomasse um choque, dificilmente vai tentar colocar o dedo novamente na tomada. Isso não quer dizer que você estará preparado ou imune, ou até mesmo que em outra oportunidade ou descuido acabe colocando o dedo na tomada novamente, porém, de fato quer dizer que estará mais atento ao que se refere choque-e-tomada.
Se não podemos avaliar se realmente aquele lugar ou pessoa é boa, pois isto depende de nosso ponto de vista, a teoria do bem e do mal também não devem existir.
Cada um sabe então a partir de seu ponto de vista o que lhe causa alegrias ou dores e isso não pode e nem deve ser absoluto até porque nenhum ponto de vista é.
Geralmente é nesse momento que ocorre o arrependimento, a culpa, o sofrimento. Por outro lado, ao se libertar de rótulos, vem a libertação, o amadurecimento e a vicitude.
Pense nisso...

SABEDORIA EM CAIXAS


OU ENCAIXA....


OU ENCAIXOTA...




God Save the Queen!

Aos 18 anos de idade, a jovem Alexandrina Vitória Regina assumiu o trono britânico. Somente possivel devido as mortes prematuras de suas duas primas e posteriormente com o falecimento de seu tio Guilherme IV, até então rei da Inglaterra a rainha Vítoria teve dias de prisão em seu próprio castelo.
Filha do duque de Kent e da ex-princesa de Leininge, nunca conheceu seu pai pois este faleceu logo após seu nascimento.
Vitória após ser coroada passou a ser o centro das atenções, apesar de uma beleza pouco expressiva e de um excelente humor, mantinha-se fiel a regularidade das horas de trabalho.




Sozinha e muito assediada por haver tantos interesses no poder e na política, apaixonou-se pelo seu primo Albert de Saxe-Coburg. A união com Albert fez com que a rainha se preocupasse com as questões que antes não a importava como, a política ao perceber que o país não poderia se manter isolado em suas fronteiras e que deveria ampliar seus horizontes. Embora diversos países europeus passaram a correr pela expansão de seu território, somente a Inglaterra da rainha Vitória aumentou seus domínios territoriais.Com o intuito de ampliar o mercado consumidor, a rainha fortaleceu as campanhas contra a escravidão mundial e incentivou a abertura dos portos internacionais.
 

Seu reinado durou 64 anos, tendo nesse tempo elevado a Inglaterra ao posto de maior império do mundo. O seu governo era sinônimo de pontualidade e sofisticação, isso se deve ao fato da soberana ter influenciado o estilo de vida e comportamento dos ingleses.
Com a morte de seu marido aos 42 anos de febre tifóide, o reinado de Vitória perdeu o seu antigo encanto pois passou a rainha se trancar em casa e a recusar-se solenemente a cumprir seus deveres públicos, não mais se pronunciando sobre política. Apesar dos seus 9 filhos serem presentes nas familias reais da Prussia, França, Belgica, dentre outras nações sua dor era diária. A tristeza só foi embora em 1897, quando completou 60 anos de reinado, estivesse de luto eterno. Até os 81 anos continuou com hábito de separar a vestimenta do seu marido, todos os dias, mesmo após a morte de Albert em 1861.  
A rainha Vitória morreu em 1901.

Sua história está no filme em cartaz em junho/2010: The Young Victoria

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Um caso de Policia

Ela vai a Delegacia para registrar que foi furtada. Mal começa a conversar com o inspetor, é interrompida por um braço* grande e forte.
*Óbvio que o braço pertence a um corpo e, que corpo!
Resumindo tudo: o braço era de um corpo e o corpo era de um homem - este homem era LINDO!
Ele se apresenta a ela**, acho que naquele momento rolou uma empatia o tal...Za-za-zup!!!!
**Ela estava vestindo um conjunto de saia preta e uma blusa basica branca, com um casaquinho. Simples, mas dona de uma beleza e charme irresistiveis, ela o fisgou!
Ele interrompe o atendimento do inspetor e pergunta se ela não prefere conversar mais reservadamente. Apenas diz para o inspetor oferecer uma água e um café para ela.

Ele a convida para entrar na sala dele e diz que vai continuar o atendimento pessoalmente. Ele não tira os olhos dela...Chega o cafe, reinicia o depoimento. Quinze minutos depois acaba o registro de ocorrencia. Ele imprime as folhas, ela assina e se levanta. Ele a toma pelas maos e pergunta se poderia encontrá-la.
Ela sai da sala com um apenas obrigada.

Ela pensa que ele parecia ser europeu, imagina se tem origem italiana, se é um francês naturalizado brasileiro....

Dois dias depois, ele telefona para ela. Diz que está revirando a cidade para devolver seus documentos e que não consegue parar de pensar na sua boca e no seu sorriso.
Eles se encontram. Começam um romance...

Dois meses depois, ela sugere a ele realizar uma fantasia dela: Quer ser algemada! Eles então vão para casa de dele e brincam como se ele fosse revistá-la e coloca algema nos pulsos dela.
Porém, ela queria algo maior, mais perigoso...pensou: quero ser algemada na delegacia. Então ela conta para ele sua missão. Ele fica nervoso e empolgado com a situação e combinam a execução da cena!

O que aconteceu? Foi mais ou menos assim...

Ela vai vestindo um vestido muito parecido com um trench coat até um local combinado. Ele aparece com a viatura e intercepta o carro dela. Imperativamente manda-a estacionar o carro e acompanhá-lo à delegacia. Ela vai. Como já era tarde, bem tarde e tinha poucos funcionários naquela DP, ela não se sentiu constrangida.
Eles estavam realmente seguindo seus papéis. Ela se sente criminosa, sobe a adrenalina e a libido dos dois. Ele a leva para sala de interrogatório e age como se fosse verdade e ela entra no jogo.
Ela não obedece as ordens dele. Ele diz a ela que se não cooperar ela vai sofrer as consequências, pelo que tudo indica é justamente as consequências que ela está interessada.
Ele a encosta na parede e a prepara para uma "revista", sem ela saber, ele mostra que ela está com algo perigoso, e por isso ele terá que terminar o trabalho com ela algemada.
Então ele a toma fortemente e realiza a sua fantasia.
Ela sai da delegacia feliz e nunca mais encontra com ele.
Ele não se conforma, vai atrás e quer mais dela, mas sabe que foram longe demais...